terça-feira, 24 de dezembro de 2013

What i've tried to be
away from all of this
in the place that could've been
lies that get into my skin
i see you crawlin' next to me
with your mouth full of desire

you make this all go away
you make this all go away                 While i am talking to myself
and i am here longing                        You leave me talking to your soul
for your touch

Now i'm here and you are gone
a lost soul i couldn't grab
what have i got to do
to save your sorry swallowed face
the boy who cried he was left alone
you've gone somewhere i cannot follow
(and)now the sound that rings in your ears
it's just an echo of all the wrongs you made

you make this all go away
you make this all go away                 While i am talking to myself
and i am here longing                        You leave me talking to your soul
for your touch





segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Carta aberta de fecho

2 momentos/marcos/alturas/fases da minha vida que me definem o que sou. E o que fui sendo até agora.
Que por mais agridoces que sejam, são bastante reconfortantes para mim. O primeiro, passa-se em águas passadas de 2007. Já falado, já conhecido, mas cada vez mais guardado dentro.
Ja o 2º.... o momento da mudança mais clara e mais escura, a transição para o estado actual das coisas. E simultaneamente o momento mais importante e mais definitivo.
Quando o teu pico de felicidade é atingido e superas tudo aquilo que imaginas e cai tudo. Quando se estilhaça mundanamente e terrivelmente, até que a mágoa supera o teu coração e ficas danificado. Permanentemente. Até que morte te separe. Ou enterres devidamente o passado,mas ele teima em vir ao de cima. Teima.
Sim. Posso dizer, sem dúvidas nem pudor, que ter-te perdido e ter-te largado, conscientemente e para o meu bem, foi a única coisa e a melhor a fazer. Por mais que me tenha doído, por tudo o que fizemos, tudo o que EU fiz por ti, por toda a dor, todos os kms, todas as aulas, todas as horas passadas contigo. Conheci a felicidade tremenda contigo (e também com contigo, que estiveste antes, mas nada se comparou). Conheci realmente o que me fazia sentir bem. E o que lutei para isso. Se imaginasses... Se no fundo, e apesar do fim, sonhasses minimamente isso, talvez as coisas teriam corrido de maneira diferente. Ou então não. Foi para melhor. Foi a dor tremenda de te ter tido e te ter deixado. Ahhh, se eu adivinhasse, então aquele dia estava tudo explicado. No meio do meu ser, eu sabia-o.
Sabia que aquele beijo tinha sido o ultimo.
Tinha sido o derradeiro. Por isso fiquei-me por lá. Deixei-me ficar onde tu me deixaste, consciente que no dia seguinte ainda te tinha. Mas não.
Perdi-me. Nesse dia, posso dizer que fiquei literalmente perdido. Mais do que com um malmequer azul. Perdi
Acordava e não queria-me levantar. Deprimi-me. Mas um raio de luz negra chegou e ajudou-me, amparou-me, não era por menos, com umas unhas tão grandes, era perfeitamente normal. E moldou-me. Em certa parte, devo-te um obrigado. Ensinaste-me (insconscientemente) a dor e a saboreá-la. Ensinaste-me a ser eu, individual, e conciso comigo próprio. Não podia querer mais do que isso.
Devo-te um obrigado. E ao mesmo tempo a vocês, que chegaram depois deste momento e antes de ter chegado ao meu farol, uma alice em part time e um david que afinal era feminino, devo-vos uma desculpa.
Isto fecha. Fecha. Fecha porque já esteve aberto durante muito tempo. Demasiado tempo.
Não. Chega. Ultrapassa os limites da minha vontade e cura-te.

A solidão é uma virtude, e dares-te com outros é uma escolha. Eu quero escolher. Mas só quando chegares. Sim, tu que andas por aí perdida. Quanto tu chegares, eu escolho-te...

carta aberta de fecho, um final tranquilo

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Perceber estes sonhos deixa-me louco.
Qual a razão.
Qual o propósito disto tudo senão levar-me a loucura?
Perder-me na razão de tentar perceber o impercebível?

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Retira-te então, e deixa os teus planos para trás
Mais do que uma curva tonta que te foge dos pés
Prepara-te para a nova
Prossegue pela luta
Continua em frente



The fight goes on.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013

Acto III

Sala, algures num século, podendo ser um qualquer pois foi repetida em todos. Dois cadeirões.

Eu: Veio-me de novo a pergunta.
Tu: Que pergunta?
Eu: A do inicio. A que fiz a mim mesmo no dia em que tomei uma decisão.
Tu: Ah, já me lembro! Pelo que me contaste, acho que...
Eu: Sim! Mas de nada vale pensar nela, e no que ela me fez observar. Mas achei curioso...
Tu: Curioso?
Eu: Sim. A maneira como ela lenta e sensualmente se alojou na minha mente. Um pouco como da outra vez, sabes? Suave mas definitiva e em jeito de finalizar, como um gato que caça. Um gato pardo neste caso. Mas antes foi diferente...
Tu: Imagino... Estavas bastante perdido, não estavas?
Eu: Imagina um balcão de café. Lembras-te, onde trabalhava?
Tu: Claro!
Eu: Imagina agora várias pessoas, pessoas que a ti simplesmente não te diziam nada. Eram apenas cápsulas ambulantes que por ali passeavam, apenas pensavam na sobrevivência e em dinheiro, e em casar, ter filhos, enfim, o sonho de qualquer pessoa que se insira nesta sociedade doente e em morte. E depois, andava por lá eu, um peixe fora de água, um ser fora de vida, a ser lentamente puxado para o paradigma da humanidade: viver apenas para ter dinheiro para sobreviver e esporadicamente fugir dessa prisão para mais tarde lá voltar. Mas cada vez mais próximo de chegar ao mesmo patamar deles.
Tu: Que quase chegaste, se bem me lembro.
Eu: Sim, mas não posso contar. Isso ainda está a acontecer para ele. Não para mim, mas para ele sim. Eu já passei por isso, agora falta ele. Falta ele sofrer para depois vir a bonança.
Tu: Qual das bonanças?
Eu: A de te ter conhecido, principalmente. E ter percebido que afinal existias e não eras um produto fragmentado dos meus sonhos e das minhas esperanças.
Tu: E a outra bonança?
Eu: Essa, não a posso dizer. Spoilers sweetie, já dizia outra pessoa.
Tu: Mas contaste uma delas. Não achas um bocado ilógico contares uma e a outra deixares em branco?
Eu: A mais importante de todas, é ao mesmo tempo a que lhe vai dar alento. Pois ele sabe, tal como eu sempre soube, que virias a caminho, mais tarde ou mais cedo.
Tu: Esperavas-me?
Eu: Mais do que tudo...

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

E porque é que sonho contigo? Desta maneira?
Deixas-me louco assim....

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Obituário

E há dias assim. Há dias em que tudo pode correr bem, e depois há dias em que simplesmente tudo cai por terra. Karma? Não. Fim. Fim de coisas que se arrastam há muito tempo. Há demasiado tempo. Há 22 anos. E chega. Chega disto. Já chega. Eis que vem a libertação. Eis que chega a morte.
Até um dia.
Adeus tristeza, até depois

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

ora pt1

portanto eis que. nada melhor para acabar um dia do que: cancelar gigs, e um porradão de coisas piores. mas hey, quem desespera, enfia o dedo no cu e chora? é capaz....

é que podia ter havido algo positivo. mas não. bora lá a juntar toda a merda num dia e pronto. ah, desculpem. este post não é coisas poética, nem bonitas, nem nada (mas pode vir a resultar em algo futuramente), é apenas um desabafo de alguém que se fartou de muita coisa hoje e viu a vida a andar para t´ras. tanto trabalho, para agora chegar com o rato e clicar no botão reciclar. caralhio. e nao caralho. caralhio, é o que tenho a dizer para isto e para pessoas que pensam que tºao na moda e sabem muito e isso tudo. se soubessem metade do que sei, ui. ui ui. ganiam pelas custuras enquanto levavm no rabinho (pronto, desculpem a argesividade). resta-me ir dormir.
ir dormir e esperar por dias melhores, por dias mais inspirados, por dias mais solarengos. e por menos café a cair pelas mãos que aquilo cheria mal.

mas novas ideias surgem. e vão surgir. vontade de deitar tudo para o lixo e recomeçar. ma nao. perdoem os erros, isto de ter as pontas dos dedos sem sensibilidade tem muito que se lhes diga (interpretação a cargo de cada um).

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

I hear voices all the time

though my path as gone astray....



Lie after lie after lie after lie after lie after lie....
what does that make you?
A shadow of what you could be....


Why do i have these feelings, these dreams, these strange desires?
They drive me insane, they fuck with me, they leave me crazy...
They make me, the voices i hear...


Run                        Run
    Run                        Run
        Run                        Run
            Run                        Run
                Run                        Run


and cover your ears




segunda-feira, 12 de agosto de 2013

the change

Here goes.
Step by step.
Note by note.
The Ballad of the Broken Soul.
The little, soft tender feel you get each and every day
of Loneliness, Despair, Forgetfulness, all of it.
1+1=0.
Neverthless, you feel like something will work it's way out, and
You won't be that lonely.
You won't feel despair.
She is out there, tee-hee-hee.
Can you smell it?



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

RRP

So.
What's now? No more room for second chances,
No more space for re-starting, re-styilin', re-member, re-spacing, re-writing, re-discovery, re-try, re-kindling, re-sizing
Never mind.

The ghost's are coming to haunt your fragile little soul and heart
Until only a black spot is left, but hey!
Over your shoulder, what's that?
A little shadow lurking over, monitoring your entire steps

THE SHADOW LURKS AND THE SHADOW FUCKS

But you don't see it yet.
You just nodd and carry on, little pig just eats and shits.

On the corner of your eye He lurks.
He waits for you to lower your guard to force you to
The little shop on the corner of the street,
And on, and on, and on, and on we march.

Relentlessly.
Restlessly.
Patiently.

We march from the shadow to Him



terça-feira, 6 de agosto de 2013

hold of hearts

It all started today.
I saw you across the room
and my oh my, was i stunned...

Regardless of the truth that lies in what
my eyes saw,
 i was absolutely, positively, universally smitten by you

Then our bodies touched...
arms on the shoulders, a simple and innocent hug, a hold of hearts, a just-cause of attraction, strings and attractors,
butterflies in my stomach...

and all crumbled... just as we united, we crumbled apart...
And we could do so much more, so much more...

I don't want to go