segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A.N.A.G.R.A.M.A.

I absolutely don't understand this dream. Am i supposed to go after that?
Lost count of how many times
I looked and there you were, open arms and wide smile
Recall almost every one of them
Forgot how to act
The warm, sunny feel you skin gave me
The warm, happy feel a kiss from you lips healing away my teared through hole
God, make this stop. Make me clean
Make me feel you, please
Please...

sábado, 18 de outubro de 2014

sonhar

Compreendo que vivo para sonhar. Arrasto-me pesadamente durante o dia apenas para chegar a casa e deitar-me na cama e fechar os olhos e fugir.
Fugir? Sim, talvez. Entretenho-me a ficar cada vez mais bandido enquanto ouço o Canto dos Homem. Tento pensar em algo bom, mas a minha cabeça insiste teimosamente em me pedir para fechar os olhos e sonhar.
Sei que estar ocupado tira-me deste pequeno terror que me assola diariamente, de pensar e repensar naquilo que penso ter fechado a 7 chaves no recondito mais escuro da minha cabeça...
Shit.
I'm losing myself. Tomorrow my life starts anew, and i absolutely cannot wait

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Odeio pessoas. Por mais que conheça boas pessoas, acabo por chegar ao fim do dia e odiá-las sem qualquer resquício de dúvida.
Sim, existem boas pessoas. Mas para 1 boa pessoa, são odiáveis
Todos os dias. Não há limite, infelizmente.
O ódio que essas pessoas sentem por elas mesmas, obriga-as a serem más, a serem egoístas ao ponto de quererem destruir a vida de outras, apenas para sentirem que ao fim do dia, conseguiram fazer mal a alguém, e assim sentir um ponta insignificante de orgulho por serem como são e serem vivas. Os animais são brutos, eu sou bruto. Mas as pessoas são más. Ponto. Facto. Game, set, match.
O que me leva a pensar e aceitar isto? Provas concretas.
Pessoas que são mesquinhas ao ponto de ignorarem os supostos lemas e directrizes que se dizem reger, para serem o oposto. Nojo. Nojo puro e uma sensação pura de querer desatar a chapada e fazer perceber que rebaixarem outros apenas os rebaixa a eles, falsa sensação de superioridade. Fodase.Metem-se comigo, com a minha mãe, com o meu irmão, e metem-se comigo...
Mas não posso ser vingativo. É errado. Mas ás vezes uma chapada pode ajudar/resolver muita coisa gira.
Perguntaram porque tenho um blog, porque desabafo por aqui.
Porque a minha grande busca, além de querer subir mais e mais além e mais alto, é encontrar alguém com quem possa falar, com quem possa desabafar e não me dará mais dor por ter falado e ser esquecido do que o contrário.
A minha grande busca, é ter alguém com quem eu possa falar. Só isso.
Falar. Só porque sim. Porque eu tenho de falar. Senão rebento.
Tenho saudades tuas..

domingo, 12 de outubro de 2014

Acto V

Flashback. Chuva, serra, perto das 4h

Eu: A chuva deixa-me alegre. Simples, atrevo-me a dizer. É estranho ver que num ano inteiro, tudo volta ao ponto de partida. Não consigo perceber o que me atraía a estar naquela espiral de emoções, em todo aquele faz de tudo para te esqueceres do passado e concentrares-te na tua vida. Depois de tanto ter insistido em te procurar, passei a sentir-te cada vez mais perto, como uma pequena sombra. Sei que também já te tinha sentido, uns anos atrás e consegui afastar-te, mas reparei que te tinha aqui ao lado, mais perto do que pensado.
Há um ano atrás, estava com cabelo curto, estava num trabalho que me ia afogando mental e psicologicamente, dedicava-me com afinco a escalada, trabalhava pelo grupo, dormia na serra dia sim dia não.
Hoje? Hoje estou na mesma. Nada mudou. Mas houve coisas no meio... Sim, muitas coisas. Muitas coisas boas e coisas más. Não há luz sem sombra. Mas não há sombra sem luz também. Possivelmente aquilo que eu mais quereria, era dizer que a minha vida teve uma viragem e não estaria na mesma. Bem, na realidade não estou na mesma, mas estou na mesma. É apenas uma questão de dias agora até mudar de vez. Finalmente. Não consigo perceber quando me dizem: morar sozinho? Na, és doido/Ui rapaz, tu tem cuidado com isso/Vais ter muito em que pensar agora/etc etc.
Really? Não percebo... Talvez seja por sempre pensar nas coisas de uma maneira tranquila e sem stressar, apesar de stressar na mesma, basta porem-me em situações que me dão a volta ao miolo.
Ponto prático: Não sei. Perco-me a tentar compreender porque as coisas têm o desfecho que têm. Mas compreendo também que para algo poder começar, tem que se fechar o resto, é preciso fechar portas para abrir janelas, ou vice versa, que se lixe. A rapariga que desapareceu vai aparecer no dia em que tudo for acabar.
Tudo se resume em poucas palavras: Serra, Escalada, 93, Música. Tudo o resto, acaba por ser pontos extras, e coisas boas e más que se vão juntando. Vai um brinde?
Não, ainda é demasiado cedo para brindar. Talvez brinde à morte. Ela ao menos é certa e vem ter comigo sempre que eu pedir ou mesmo que não peça, lá vem ela, dizer-me olá. Ela. Eh. Até pode ser um ele. O morte. Não soa bem. Ela vai ser a minha morte. Assim tem outro ar. Tem outra energia. Outra dor e drama e terror. O meu oposto vai ser a minha destruição. O meu oposto vai ser a minha desgraça.
Vem então.
Mas sê gentil. Não te peço mais.
Vem de encontro ao que prometes e me prometeste antes.
Mas sê bruta. Não me poupes.
Deixa-me apenas conhecê-la primeiro. Deixa-me apenas senti-la primeiro. E depois sim, vem e leva tudo.
Mas deixa-me na neve. Na chuva
Desejo conhecer-te. Perceber que nada disto foi em vão e foi desgraçado.
Ah... A doce dor de saber que estás aí mas não te posso tocar.
A doce sensação de saber que andas por aí mas não te vejo nem conheço.
A dor de ter e perder.
Foda-se.
Amanhã trabalho

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Hate

Constato que existem 2 tipos de pessoas na minha vida: as que vão contra tudo o que eu represento e luto e as gosto. Ocasionalmente, aparecem-me pessoas que vão passando entre as 2 qualidades, alternando, até o momento em que as excluo da minha vida.
O que me leva a ser assim tão decisivo? Estar à 1 ano e uns mesitos a aturar gente que se enquadra no 1º grupo (doravante designados por Bestas). Comprovo isto ao aguentar-me lá e diariamente aturar pessoas que me dão vontade de lhes dar estalos. Com isto, penso que possa dizer que odeio pessoas. Não, odiar não. Repugnar. À 1 ano a sentar-me em cadeiras azuis a espera do toque e a observar cada vez mais aquilo que juraste nunca te tornar.
Primeira regra de uma relação: O passado é o passado, o presente é o presente. Se não sabes dividir, já foste.
Depois temos as pessoas que se encontram no 2º grupo (doravante, as Aceitáveis). São poucas, garanto, mas quando aparecem, merecem. Acabo por comprovar que me enquadro na maneira de viver das mesmas e participo nos seus rituais de adoração ao diferente. Apenas lamento o quão distantes se tornam. Talvez como eu. Sim, talvez.
Segunda regra de uma relação: Ele/ela vai ter defeitos. E só os vais conhecer mais tarde. Mas vais ter de te adaptar a eles, não podes esperar que ele/ela mude porque tu não gostes. E a magia está aí. Talvez digas palhaçadas, talvez fumes, talvez sejas negativo, talvez sejas um deixa andar. Tu vais ter de te moldar e não esperar que ele mude.
As pessoas que vão rodando os grupos, são no fim de contas, as que mais me deixam a temer. Com medo. Delas. Porque são fugazes. Tanto estão para aqui, como para ali e tão cedo me podem deixar feliz e ensinar muitas e grandes coisas, como me podem passar a perna e atirar para a lama e deixarem-me despedaçado.
Mas hey, nem tudo é mau. Com jeito, consegues criar um 3 grupo, o dos excluídos e tu deixas simplesmente de te importar.
è importante também referir, que muitas pessoas que se encontram nos Aceitáveis, acabo por não falar tanto, por um receio de exagerar.
Terceira e última regra de uma relação: Não esperes por nada. Vai ser complicado. Vais ter bons e maus momentos. E esquece tudo o que sabes sobre o passado.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Empty Places

Senti-me feliz ontem. Outra vez.
Estou a achar estranho, bastante. Penso estar a redescobrir a felicidade que tinha perdido no dia em que passei a fronteira. Yes, I miss you but looking back, we just fucked up everything...
Tive um deja-vu! Sim. Tive. Ontem. Em parte incerta, dei por mim a reviver algo que já tinha visto num outro tempo perdido.
Sambei o meu destino e consegui fazer-te de uma vez por todas, já estavas mais que marcada no meu cadernito de to do.
Em tempos pensei que iria ver este filme acompanhado. Talvez por alguém que me diria algo. Talvez. Foi melhor assim, sozinho, com um outro ser ao lado talvez nunca iria conseguir estar atento e absorver tudo o que o tinhas para me dar.
Fiquei extasiado. Tal como pelas 3h de dia 27, senti-me feliz. Afinal, tudo na minha vida se resume a poucas coisas:
- um bom filme
- uma boa escalada
- A Serra

Se estas 3 coisas existirem no mesmo dia, se morresse nesse dia, morreria feliz. Morreria em paz.
De todos os problemas que me assolaram a minha curta vida, resolvi-os a todos. Menos um. O pior. O meu arqui-inimigo. A minha barreira.
Mulheres.
Always one step ahead of me, and always trying to
Um dia hei de quebrar isto.
Corrijo.
O dia chegou.
I am alone, like I've always been.
Se andas por aí, então vem.
Senão, então vem à mesma.
I'm waiting for you.
Não te esqueças que sou mortal, e um destes dias caio na rocha.
Make it count.
Talvez em Gredos.
Make all the pain i've been through seem like it was worth



sábado, 4 de outubro de 2014

análise de consequências

Sinto coisas que não deveria sentir. Talvez. Se calhar sentir, pode não ser uma coisa má, pode significar apenas que estou vivo...
Tento descortinar o que possa vir deste frente de emoções mas por mais que tente dar um possível sentido o final, não consigo. Mas sei que até que não é muito mau... Ate e bom. É sinal que pode haver um futuro para mim, e que este buraco onde fui parar, foi só (mais) um percalço no caminho para a minha felicidade (apesar da felicidade ser o caminho e não o destino).
Tenho ,de jogar bem. Tenho de usar tudo o que sei para não estragar nada do que ja tenho, senão ai fico sem nada do pouco que tenho.
Vamos a uma profunda reflexão de consequências e "prémios".
Vamos a uma nova aventura.
Já tinha saudades do lenço ao pescoço.
Da ultima vez, perdi 2 coisas.
Desta vez, pode ser que ganhe outras que mais.
Família. É o que tenho ali.
Uma grande família.
A única.
Lost.
Se no dia em que fechar os olhos vos vir, então estarei em boas mãos.
Se no dia em que fechar os olhos vos vir, então saberei que nada foi em vão, e que as coincidências não existem....

Caça, meu bravo Gavião, caça. Boa caça

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

hesitation marks

Foi numa noite assim que te peguei. hey Lembro-me de subir pelo monge, e estar a ouvir-te, a descobrir-te pela primeira de muitas, a sentir todas as tuas notas, e todos os teus sons e momentos. Lembro-me também de estar no meio do alentejo e querer ouvir-te e não o conseguir. De estar a atravessar um rio a nado e pensar em ti, com o teu piano lentamente a tirar a minha ânsia e dor.
Cada vez everything is not okay mais compreendo.
Cada vez mais me igualo a ti e ao que ouvi.
Cada vez mais we lost to much along the way me relaciono com os sentimentos que não compreendia.
O que me custa mais nos sonhos, é lembrar-me da sensação por já ter passado na vida real.
E isso, é o que me this paranoia turns to fear deixa destruído.
Que and as it turns out, she was right all along dos sonhos e das músicas, de repente passe para o real.
E que do real, chegue aos sonhos e me deturpe o pensamento de tal modo que acordo a querer adormecer.
Acordo para dormir, e durmo para acordar dos meus sonhos.
A hesitação é marcada pela dor de não querer acordar