eu: E se na realidade não tiver amado e amanhã cair? O que me espera do outro lado?
tu: desculpa?
eu: no fundo, não consegui sentir o que quero sentir. Algo definitivo e sincero, algo que dificilmente mude e não seja apenas apego, seja libertação e finalidade.
tu: acho que complicas demasiado as coisas
eu: talvez... mas não deixo de me sentir um pouco vazio, olhando e percebendo isso. percebendo que no final do dia, apenas me contentei a mim próprio, e que o meu suposto amor seja apenas apego, e não querer largar uma pessoa por qualquer razão que seja, por ter medo de ser largado e perdido, como uma memória preciosa ou não. alongo-me demais, apesar de tudo. seja o que for, já me perdi demasiadas vezes para conseguir perceber o que quero fazer ou sentir.
tu: nao me faças chatear
eu: mas tu já estás chateada
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
A.N.A.G.R.A.M.A.
I absolutely don't understand this dream. Am i supposed to go after that?
Lost count of how many times
I looked and there you were, open arms and wide smile
Recall almost every one of them
Forgot how to act
The warm, sunny feel you skin gave me
The warm, happy feel a kiss from you lips healing away my teared through hole
God, make this stop. Make me clean
Make me feel you, please
Please...
Lost count of how many times
I looked and there you were, open arms and wide smile
Recall almost every one of them
Forgot how to act
The warm, sunny feel you skin gave me
The warm, happy feel a kiss from you lips healing away my teared through hole
God, make this stop. Make me clean
Make me feel you, please
Please...
sábado, 18 de outubro de 2014
sonhar
Compreendo que vivo para sonhar. Arrasto-me pesadamente durante o dia apenas para chegar a casa e deitar-me na cama e fechar os olhos e fugir.
Fugir? Sim, talvez. Entretenho-me a ficar cada vez mais bandido enquanto ouço o Canto dos Homem. Tento pensar em algo bom, mas a minha cabeça insiste teimosamente em me pedir para fechar os olhos e sonhar.
Sei que estar ocupado tira-me deste pequeno terror que me assola diariamente, de pensar e repensar naquilo que penso ter fechado a 7 chaves no recondito mais escuro da minha cabeça...
Shit.
I'm losing myself. Tomorrow my life starts anew, and i absolutely cannot wait
Fugir? Sim, talvez. Entretenho-me a ficar cada vez mais bandido enquanto ouço o Canto dos Homem. Tento pensar em algo bom, mas a minha cabeça insiste teimosamente em me pedir para fechar os olhos e sonhar.
Sei que estar ocupado tira-me deste pequeno terror que me assola diariamente, de pensar e repensar naquilo que penso ter fechado a 7 chaves no recondito mais escuro da minha cabeça...
Shit.
I'm losing myself. Tomorrow my life starts anew, and i absolutely cannot wait
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Odeio pessoas. Por mais que conheça boas pessoas, acabo por chegar ao fim do dia e odiá-las sem qualquer resquício de dúvida.
Sim, existem boas pessoas. Mas para 1 boa pessoa, são odiáveis
Todos os dias. Não há limite, infelizmente.
O ódio que essas pessoas sentem por elas mesmas, obriga-as a serem más, a serem egoístas ao ponto de quererem destruir a vida de outras, apenas para sentirem que ao fim do dia, conseguiram fazer mal a alguém, e assim sentir um ponta insignificante de orgulho por serem como são e serem vivas. Os animais são brutos, eu sou bruto. Mas as pessoas são más. Ponto. Facto. Game, set, match.
O que me leva a pensar e aceitar isto? Provas concretas.
Pessoas que são mesquinhas ao ponto de ignorarem os supostos lemas e directrizes que se dizem reger, para serem o oposto. Nojo. Nojo puro e uma sensação pura de querer desatar a chapada e fazer perceber que rebaixarem outros apenas os rebaixa a eles, falsa sensação de superioridade. Fodase.Metem-se comigo, com a minha mãe, com o meu irmão, e metem-se comigo...
Mas não posso ser vingativo. É errado. Mas ás vezes uma chapada pode ajudar/resolver muita coisa gira.
Perguntaram porque tenho um blog, porque desabafo por aqui.
Porque a minha grande busca, além de querer subir mais e mais além e mais alto, é encontrar alguém com quem possa falar, com quem possa desabafar e não me dará mais dor por ter falado e ser esquecido do que o contrário.
A minha grande busca, é ter alguém com quem eu possa falar. Só isso.
Falar. Só porque sim. Porque eu tenho de falar. Senão rebento.
Tenho saudades tuas..
Sim, existem boas pessoas. Mas para 1 boa pessoa, são odiáveis
Todos os dias. Não há limite, infelizmente.
O ódio que essas pessoas sentem por elas mesmas, obriga-as a serem más, a serem egoístas ao ponto de quererem destruir a vida de outras, apenas para sentirem que ao fim do dia, conseguiram fazer mal a alguém, e assim sentir um ponta insignificante de orgulho por serem como são e serem vivas. Os animais são brutos, eu sou bruto. Mas as pessoas são más. Ponto. Facto. Game, set, match.
O que me leva a pensar e aceitar isto? Provas concretas.
Pessoas que são mesquinhas ao ponto de ignorarem os supostos lemas e directrizes que se dizem reger, para serem o oposto. Nojo. Nojo puro e uma sensação pura de querer desatar a chapada e fazer perceber que rebaixarem outros apenas os rebaixa a eles, falsa sensação de superioridade. Fodase.Metem-se comigo, com a minha mãe, com o meu irmão, e metem-se comigo...
Mas não posso ser vingativo. É errado. Mas ás vezes uma chapada pode ajudar/resolver muita coisa gira.
Perguntaram porque tenho um blog, porque desabafo por aqui.
Porque a minha grande busca, além de querer subir mais e mais além e mais alto, é encontrar alguém com quem possa falar, com quem possa desabafar e não me dará mais dor por ter falado e ser esquecido do que o contrário.
A minha grande busca, é ter alguém com quem eu possa falar. Só isso.
Falar. Só porque sim. Porque eu tenho de falar. Senão rebento.
Tenho saudades tuas..
domingo, 12 de outubro de 2014
Acto V
Flashback. Chuva, serra, perto das 4h
Eu: A chuva deixa-me alegre. Simples, atrevo-me a dizer. É estranho ver que num ano inteiro, tudo volta ao ponto de partida. Não consigo perceber o que me atraía a estar naquela espiral de emoções, em todo aquele faz de tudo para te esqueceres do passado e concentrares-te na tua vida. Depois de tanto ter insistido em te procurar, passei a sentir-te cada vez mais perto, como uma pequena sombra. Sei que também já te tinha sentido, uns anos atrás e consegui afastar-te, mas reparei que te tinha aqui ao lado, mais perto do que pensado.
Há um ano atrás, estava com cabelo curto, estava num trabalho que me ia afogando mental e psicologicamente, dedicava-me com afinco a escalada, trabalhava pelo grupo, dormia na serra dia sim dia não.
Hoje? Hoje estou na mesma. Nada mudou. Mas houve coisas no meio... Sim, muitas coisas. Muitas coisas boas e coisas más. Não há luz sem sombra. Mas não há sombra sem luz também. Possivelmente aquilo que eu mais quereria, era dizer que a minha vida teve uma viragem e não estaria na mesma. Bem, na realidade não estou na mesma, mas estou na mesma. É apenas uma questão de dias agora até mudar de vez. Finalmente. Não consigo perceber quando me dizem: morar sozinho? Na, és doido/Ui rapaz, tu tem cuidado com isso/Vais ter muito em que pensar agora/etc etc.
Really? Não percebo... Talvez seja por sempre pensar nas coisas de uma maneira tranquila e sem stressar, apesar de stressar na mesma, basta porem-me em situações que me dão a volta ao miolo.
Ponto prático: Não sei. Perco-me a tentar compreender porque as coisas têm o desfecho que têm. Mas compreendo também que para algo poder começar, tem que se fechar o resto, é preciso fechar portas para abrir janelas, ou vice versa, que se lixe. A rapariga que desapareceu vai aparecer no dia em que tudo for acabar.
Tudo se resume em poucas palavras: Serra, Escalada, 93, Música. Tudo o resto, acaba por ser pontos extras, e coisas boas e más que se vão juntando. Vai um brinde?
Não, ainda é demasiado cedo para brindar. Talvez brinde à morte. Ela ao menos é certa e vem ter comigo sempre que eu pedir ou mesmo que não peça, lá vem ela, dizer-me olá. Ela. Eh. Até pode ser um ele. O morte. Não soa bem. Ela vai ser a minha morte. Assim tem outro ar. Tem outra energia. Outra dor e drama e terror. O meu oposto vai ser a minha destruição. O meu oposto vai ser a minha desgraça.
Vem então.
Mas sê gentil. Não te peço mais.
Vem de encontro ao que prometes e me prometeste antes.
Mas sê bruta. Não me poupes.
Deixa-me apenas conhecê-la primeiro. Deixa-me apenas senti-la primeiro. E depois sim, vem e leva tudo.
Mas deixa-me na neve. Na chuva
Desejo conhecer-te. Perceber que nada disto foi em vão e foi desgraçado.
Ah... A doce dor de saber que estás aí mas não te posso tocar.
A doce sensação de saber que andas por aí mas não te vejo nem conheço.
A dor de ter e perder.
Foda-se.
Amanhã trabalho
Eu: A chuva deixa-me alegre. Simples, atrevo-me a dizer. É estranho ver que num ano inteiro, tudo volta ao ponto de partida. Não consigo perceber o que me atraía a estar naquela espiral de emoções, em todo aquele faz de tudo para te esqueceres do passado e concentrares-te na tua vida. Depois de tanto ter insistido em te procurar, passei a sentir-te cada vez mais perto, como uma pequena sombra. Sei que também já te tinha sentido, uns anos atrás e consegui afastar-te, mas reparei que te tinha aqui ao lado, mais perto do que pensado.
Há um ano atrás, estava com cabelo curto, estava num trabalho que me ia afogando mental e psicologicamente, dedicava-me com afinco a escalada, trabalhava pelo grupo, dormia na serra dia sim dia não.
Hoje? Hoje estou na mesma. Nada mudou. Mas houve coisas no meio... Sim, muitas coisas. Muitas coisas boas e coisas más. Não há luz sem sombra. Mas não há sombra sem luz também. Possivelmente aquilo que eu mais quereria, era dizer que a minha vida teve uma viragem e não estaria na mesma. Bem, na realidade não estou na mesma, mas estou na mesma. É apenas uma questão de dias agora até mudar de vez. Finalmente. Não consigo perceber quando me dizem: morar sozinho? Na, és doido/Ui rapaz, tu tem cuidado com isso/Vais ter muito em que pensar agora/etc etc.
Really? Não percebo... Talvez seja por sempre pensar nas coisas de uma maneira tranquila e sem stressar, apesar de stressar na mesma, basta porem-me em situações que me dão a volta ao miolo.
Ponto prático: Não sei. Perco-me a tentar compreender porque as coisas têm o desfecho que têm. Mas compreendo também que para algo poder começar, tem que se fechar o resto, é preciso fechar portas para abrir janelas, ou vice versa, que se lixe. A rapariga que desapareceu vai aparecer no dia em que tudo for acabar.
Tudo se resume em poucas palavras: Serra, Escalada, 93, Música. Tudo o resto, acaba por ser pontos extras, e coisas boas e más que se vão juntando. Vai um brinde?
Não, ainda é demasiado cedo para brindar. Talvez brinde à morte. Ela ao menos é certa e vem ter comigo sempre que eu pedir ou mesmo que não peça, lá vem ela, dizer-me olá. Ela. Eh. Até pode ser um ele. O morte. Não soa bem. Ela vai ser a minha morte. Assim tem outro ar. Tem outra energia. Outra dor e drama e terror. O meu oposto vai ser a minha destruição. O meu oposto vai ser a minha desgraça.
Vem então.
Mas sê gentil. Não te peço mais.
Vem de encontro ao que prometes e me prometeste antes.
Mas sê bruta. Não me poupes.
Deixa-me apenas conhecê-la primeiro. Deixa-me apenas senti-la primeiro. E depois sim, vem e leva tudo.
Mas deixa-me na neve. Na chuva
Desejo conhecer-te. Perceber que nada disto foi em vão e foi desgraçado.
Ah... A doce dor de saber que estás aí mas não te posso tocar.
A doce sensação de saber que andas por aí mas não te vejo nem conheço.
A dor de ter e perder.
Foda-se.
Amanhã trabalho
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Hate
Constato que existem 2 tipos de pessoas na minha vida: as que vão contra tudo o que eu represento e luto e as gosto. Ocasionalmente, aparecem-me pessoas que vão passando entre as 2 qualidades, alternando, até o momento em que as excluo da minha vida.
O que me leva a ser assim tão decisivo? Estar à 1 ano e uns mesitos a aturar gente que se enquadra no 1º grupo (doravante designados por Bestas). Comprovo isto ao aguentar-me lá e diariamente aturar pessoas que me dão vontade de lhes dar estalos. Com isto, penso que possa dizer que odeio pessoas. Não, odiar não. Repugnar. À 1 ano a sentar-me em cadeiras azuis a espera do toque e a observar cada vez mais aquilo que juraste nunca te tornar.
Primeira regra de uma relação: O passado é o passado, o presente é o presente. Se não sabes dividir, já foste.
Depois temos as pessoas que se encontram no 2º grupo (doravante, as Aceitáveis). São poucas, garanto, mas quando aparecem, merecem. Acabo por comprovar que me enquadro na maneira de viver das mesmas e participo nos seus rituais de adoração ao diferente. Apenas lamento o quão distantes se tornam. Talvez como eu. Sim, talvez.
Segunda regra de uma relação: Ele/ela vai ter defeitos. E só os vais conhecer mais tarde. Mas vais ter de te adaptar a eles, não podes esperar que ele/ela mude porque tu não gostes. E a magia está aí. Talvez digas palhaçadas, talvez fumes, talvez sejas negativo, talvez sejas um deixa andar. Tu vais ter de te moldar e não esperar que ele mude.
As pessoas que vão rodando os grupos, são no fim de contas, as que mais me deixam a temer. Com medo. Delas. Porque são fugazes. Tanto estão para aqui, como para ali e tão cedo me podem deixar feliz e ensinar muitas e grandes coisas, como me podem passar a perna e atirar para a lama e deixarem-me despedaçado.
Mas hey, nem tudo é mau. Com jeito, consegues criar um 3 grupo, o dos excluídos e tu deixas simplesmente de te importar.
è importante também referir, que muitas pessoas que se encontram nos Aceitáveis, acabo por não falar tanto, por um receio de exagerar.
Terceira e última regra de uma relação: Não esperes por nada. Vai ser complicado. Vais ter bons e maus momentos. E esquece tudo o que sabes sobre o passado.
O que me leva a ser assim tão decisivo? Estar à 1 ano e uns mesitos a aturar gente que se enquadra no 1º grupo (doravante designados por Bestas). Comprovo isto ao aguentar-me lá e diariamente aturar pessoas que me dão vontade de lhes dar estalos. Com isto, penso que possa dizer que odeio pessoas. Não, odiar não. Repugnar. À 1 ano a sentar-me em cadeiras azuis a espera do toque e a observar cada vez mais aquilo que juraste nunca te tornar.
Primeira regra de uma relação: O passado é o passado, o presente é o presente. Se não sabes dividir, já foste.
Depois temos as pessoas que se encontram no 2º grupo (doravante, as Aceitáveis). São poucas, garanto, mas quando aparecem, merecem. Acabo por comprovar que me enquadro na maneira de viver das mesmas e participo nos seus rituais de adoração ao diferente. Apenas lamento o quão distantes se tornam. Talvez como eu. Sim, talvez.
Segunda regra de uma relação: Ele/ela vai ter defeitos. E só os vais conhecer mais tarde. Mas vais ter de te adaptar a eles, não podes esperar que ele/ela mude porque tu não gostes. E a magia está aí. Talvez digas palhaçadas, talvez fumes, talvez sejas negativo, talvez sejas um deixa andar. Tu vais ter de te moldar e não esperar que ele mude.
As pessoas que vão rodando os grupos, são no fim de contas, as que mais me deixam a temer. Com medo. Delas. Porque são fugazes. Tanto estão para aqui, como para ali e tão cedo me podem deixar feliz e ensinar muitas e grandes coisas, como me podem passar a perna e atirar para a lama e deixarem-me despedaçado.
Mas hey, nem tudo é mau. Com jeito, consegues criar um 3 grupo, o dos excluídos e tu deixas simplesmente de te importar.
è importante também referir, que muitas pessoas que se encontram nos Aceitáveis, acabo por não falar tanto, por um receio de exagerar.
Terceira e última regra de uma relação: Não esperes por nada. Vai ser complicado. Vais ter bons e maus momentos. E esquece tudo o que sabes sobre o passado.
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
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Senti-me feliz ontem. Outra vez.
Estou a achar estranho, bastante. Penso estar a redescobrir a felicidade que tinha perdido no dia em que passei a fronteira. Yes, I miss you but looking back, we just fucked up everything...
Tive um deja-vu! Sim. Tive. Ontem. Em parte incerta, dei por mim a reviver algo que já tinha visto num outro tempo perdido.
Sambei o meu destino e consegui fazer-te de uma vez por todas, já estavas mais que marcada no meu cadernito de to do.
Em tempos pensei que iria ver este filme acompanhado. Talvez por alguém que me diria algo. Talvez. Foi melhor assim, sozinho, com um outro ser ao lado talvez nunca iria conseguir estar atento e absorver tudo o que o tinhas para me dar.
Fiquei extasiado. Tal como pelas 3h de dia 27, senti-me feliz. Afinal, tudo na minha vida se resume a poucas coisas:
- um bom filme
- uma boa escalada
- A Serra
Se estas 3 coisas existirem no mesmo dia, se morresse nesse dia, morreria feliz. Morreria em paz.
De todos os problemas que me assolaram a minha curta vida, resolvi-os a todos. Menos um. O pior. O meu arqui-inimigo. A minha barreira.
Mulheres.
Always one step ahead of me, and always trying to
Um dia hei de quebrar isto.
Corrijo.
O dia chegou.
I am alone, like I've always been.
Se andas por aí, então vem.
Senão, então vem à mesma.
I'm waiting for you.
Não te esqueças que sou mortal, e um destes dias caio na rocha.
Make it count.
Talvez em Gredos.
Make all the pain i've been through seem like it was worth
Estou a achar estranho, bastante. Penso estar a redescobrir a felicidade que tinha perdido no dia em que passei a fronteira. Yes, I miss you but looking back, we just fucked up everything...
Tive um deja-vu! Sim. Tive. Ontem. Em parte incerta, dei por mim a reviver algo que já tinha visto num outro tempo perdido.
Sambei o meu destino e consegui fazer-te de uma vez por todas, já estavas mais que marcada no meu cadernito de to do.
Em tempos pensei que iria ver este filme acompanhado. Talvez por alguém que me diria algo. Talvez. Foi melhor assim, sozinho, com um outro ser ao lado talvez nunca iria conseguir estar atento e absorver tudo o que o tinhas para me dar.
Fiquei extasiado. Tal como pelas 3h de dia 27, senti-me feliz. Afinal, tudo na minha vida se resume a poucas coisas:
- um bom filme
- uma boa escalada
- A Serra
Se estas 3 coisas existirem no mesmo dia, se morresse nesse dia, morreria feliz. Morreria em paz.
De todos os problemas que me assolaram a minha curta vida, resolvi-os a todos. Menos um. O pior. O meu arqui-inimigo. A minha barreira.
Mulheres.
Always one step ahead of me, and always trying to
Um dia hei de quebrar isto.
Corrijo.
O dia chegou.
I am alone, like I've always been.
Se andas por aí, então vem.
Senão, então vem à mesma.
I'm waiting for you.
Não te esqueças que sou mortal, e um destes dias caio na rocha.
Make it count.
Talvez em Gredos.
Make all the pain i've been through seem like it was worth
sábado, 4 de outubro de 2014
análise de consequências
Sinto coisas que não deveria sentir. Talvez. Se calhar sentir, pode não ser uma coisa má, pode significar apenas que estou vivo...
Tento descortinar o que possa vir deste frente de emoções mas por mais que tente dar um possível sentido o final, não consigo. Mas sei que até que não é muito mau... Ate e bom. É sinal que pode haver um futuro para mim, e que este buraco onde fui parar, foi só (mais) um percalço no caminho para a minha felicidade (apesar da felicidade ser o caminho e não o destino).
Tenho ,de jogar bem. Tenho de usar tudo o que sei para não estragar nada do que ja tenho, senão ai fico sem nada do pouco que tenho.
Vamos a uma profunda reflexão de consequências e "prémios".
Vamos a uma nova aventura.
Já tinha saudades do lenço ao pescoço.
Da ultima vez, perdi 2 coisas.
Desta vez, pode ser que ganhe outras que mais.
Família. É o que tenho ali.
Uma grande família.
A única.
Lost.
Se no dia em que fechar os olhos vos vir, então estarei em boas mãos.
Se no dia em que fechar os olhos vos vir, então saberei que nada foi em vão, e que as coincidências não existem....
Caça, meu bravo Gavião, caça. Boa caça
Tento descortinar o que possa vir deste frente de emoções mas por mais que tente dar um possível sentido o final, não consigo. Mas sei que até que não é muito mau... Ate e bom. É sinal que pode haver um futuro para mim, e que este buraco onde fui parar, foi só (mais) um percalço no caminho para a minha felicidade (apesar da felicidade ser o caminho e não o destino).
Tenho ,de jogar bem. Tenho de usar tudo o que sei para não estragar nada do que ja tenho, senão ai fico sem nada do pouco que tenho.
Vamos a uma profunda reflexão de consequências e "prémios".
Vamos a uma nova aventura.
Já tinha saudades do lenço ao pescoço.
Da ultima vez, perdi 2 coisas.
Desta vez, pode ser que ganhe outras que mais.
Família. É o que tenho ali.
Uma grande família.
A única.
Lost.
Se no dia em que fechar os olhos vos vir, então estarei em boas mãos.
Se no dia em que fechar os olhos vos vir, então saberei que nada foi em vão, e que as coincidências não existem....
Caça, meu bravo Gavião, caça. Boa caça
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
hesitation marks
Foi numa noite assim que te peguei. hey Lembro-me de subir pelo monge, e estar a ouvir-te, a descobrir-te pela primeira de muitas, a sentir todas as tuas notas, e todos os teus sons e momentos. Lembro-me também de estar no meio do alentejo e querer ouvir-te e não o conseguir. De estar a atravessar um rio a nado e pensar em ti, com o teu piano lentamente a tirar a minha ânsia e dor.
Cada vez everything is not okay mais compreendo.
Cada vez mais me igualo a ti e ao que ouvi.
Cada vez mais we lost to much along the way me relaciono com os sentimentos que não compreendia.
O que me custa mais nos sonhos, é lembrar-me da sensação por já ter passado na vida real.
E isso, é o que me this paranoia turns to fear deixa destruído.
Que and as it turns out, she was right all along dos sonhos e das músicas, de repente passe para o real.
E que do real, chegue aos sonhos e me deturpe o pensamento de tal modo que acordo a querer adormecer.
Acordo para dormir, e durmo para acordar dos meus sonhos.
A hesitação é marcada pela dor de não querer acordar
Cada vez everything is not okay mais compreendo.
Cada vez mais me igualo a ti e ao que ouvi.
Cada vez mais we lost to much along the way me relaciono com os sentimentos que não compreendia.
O que me custa mais nos sonhos, é lembrar-me da sensação por já ter passado na vida real.
E isso, é o que me this paranoia turns to fear deixa destruído.
Que and as it turns out, she was right all along dos sonhos e das músicas, de repente passe para o real.
E que do real, chegue aos sonhos e me deturpe o pensamento de tal modo que acordo a querer adormecer.
Acordo para dormir, e durmo para acordar dos meus sonhos.
A hesitação é marcada pela dor de não querer acordar
domingo, 28 de setembro de 2014
Acto IV
Serra, 2 pessoas a olharem para a via, e a prepararem-se para a mesma
Eu: Acho que ele não percebeu.
Tu: Como assim?
Eu: Talvez tudo o que realmente aconteceu não fosse apenas um aviso, um heads-up bitch, um fasten your seatbelts here comes the landing.
Tu: Não percebo...
Eu: Deixa-me por por outras palavras: recorrente mente tinha a tendência ou infelicidade de sonhar sonhos deveras perturbadores. Diria até, constrangedores, que me deixavam meio perdido, sem saber para onde me virar. Posso dizer que também era frequente deja-vus, mas com demasiada até.
Tu: Sim, julgo me lembrar de me falares de algo assim.
Eu: Exacto. Tal como estes diálogos exacerbados, no qual te deixas perder por coisas demasiado obvias, mas que inconscientemente tu as trouxeste e te queres agarrar, como alguém que não saiba bem o que esperar o que aqui vem, porque parece que te falta algo mais, algo que esteve ao teu alcance.
Tu: Mas lembra-te do que veio a seguir... Tenta lembrar-te de que a seguir, veio a bonança, veio a calma, veio a sensatez que tu tanto ansiaste -
Eu: Não consigo... O que se passa?
Tu: ?
Eu: Eu... eu... sinto-me a desvanecer... tento olhar para trás e não vejo nada, vejo apenas o vazio, o nada, o zero, a luz que sempre a vi chegar atrás de mim-
Tu: Hey calma, relaxa-
Eu: Não... não percebes? tudo mudou. Já não está como era dantes. Está diferente, está... vazio.
Tu: Acho que já ficaste demasiado tempo preso... Solta-te. Pelo teu bem, e pelo nosso, solta-te, deixa-te ir de vez. Não te prendas a ele...
Eu: Talvez
Tu: Talvez não, ok? Chega. Lembras-te de uma conversa numa praia? Isto contaste-me tu, não o estou a inventar. Que era uma escalada. Era tudo uma escalada, uma via, e que como nela, não a podes subir a pressa, sem preparação, sem estofo nem material, sem cabeça nem vontade. Tentaste-a fazer, mas faltava pouco, muito pouco. Mas o que interessa aqui, é que o tentaste e ninguém to pode negar ou criticar, que tentaste o máximo lutar. Quiseste ir a cão mas os cães não escalam. Nunca podes esperar por fazer algo sem preparação e correr bem, ok? Pára de te reprimir, deste o teu melhor na subida, mas não chegaste ao topo. Devias ter protegido mais vezes, e reforçar as tuas protecções. Um pouco atrás, dizias-me que esperavas por mim, não era? E eu não cheguei?
Eu: Sim, chegaste...
Tu: Então esquece, o que estava atrás de mim. Não esperes que ele faça o que tu não conseguiste, ok? É uma ciência da vida, uma consciência com a qual vais ter de viver, que por mais que queiras ir ao passado e alterar, mudar o que tu eras. O que tu eras, é o que tu eras. O que és, é porque eras diferente antes, e o que serás, seja o que for, seja o que quiseres que sejas, será o que tiver de ser, ok? Melancolia pode ser bom e mau ao mesmo tempo, mas tens de concentrar no de bom, naquilo que depois do buraco veio.
Eu: E o que veio? Não me lembro, tudo é vazio para mim...
Tu: Veio a luz. Veio a simplicidade, veio o que tu querias.
Eu: Ah... Referiste-te a ele como tu...
Tu: Eu sei.
Eu: Porque o fizeste?
Tu: Porque está na altura de o aceitares
adeuschegouahoraadeuschegouahoraadeuschegouahoraadeuschegouahoraadeuschegouahora
Eu: Acho que ele não percebeu.
Tu: Como assim?
Eu: Talvez tudo o que realmente aconteceu não fosse apenas um aviso, um heads-up bitch, um fasten your seatbelts here comes the landing.
Tu: Não percebo...
Eu: Deixa-me por por outras palavras: recorrente mente tinha a tendência ou infelicidade de sonhar sonhos deveras perturbadores. Diria até, constrangedores, que me deixavam meio perdido, sem saber para onde me virar. Posso dizer que também era frequente deja-vus, mas com demasiada até.
Tu: Sim, julgo me lembrar de me falares de algo assim.
Eu: Exacto. Tal como estes diálogos exacerbados, no qual te deixas perder por coisas demasiado obvias, mas que inconscientemente tu as trouxeste e te queres agarrar, como alguém que não saiba bem o que esperar o que aqui vem, porque parece que te falta algo mais, algo que esteve ao teu alcance.
Tu: Mas lembra-te do que veio a seguir... Tenta lembrar-te de que a seguir, veio a bonança, veio a calma, veio a sensatez que tu tanto ansiaste -
Eu: Não consigo... O que se passa?
Tu: ?
Eu: Eu... eu... sinto-me a desvanecer... tento olhar para trás e não vejo nada, vejo apenas o vazio, o nada, o zero, a luz que sempre a vi chegar atrás de mim-
Tu: Hey calma, relaxa-
Eu: Não... não percebes? tudo mudou. Já não está como era dantes. Está diferente, está... vazio.
Tu: Acho que já ficaste demasiado tempo preso... Solta-te. Pelo teu bem, e pelo nosso, solta-te, deixa-te ir de vez. Não te prendas a ele...
Eu: Talvez
Tu: Talvez não, ok? Chega. Lembras-te de uma conversa numa praia? Isto contaste-me tu, não o estou a inventar. Que era uma escalada. Era tudo uma escalada, uma via, e que como nela, não a podes subir a pressa, sem preparação, sem estofo nem material, sem cabeça nem vontade. Tentaste-a fazer, mas faltava pouco, muito pouco. Mas o que interessa aqui, é que o tentaste e ninguém to pode negar ou criticar, que tentaste o máximo lutar. Quiseste ir a cão mas os cães não escalam. Nunca podes esperar por fazer algo sem preparação e correr bem, ok? Pára de te reprimir, deste o teu melhor na subida, mas não chegaste ao topo. Devias ter protegido mais vezes, e reforçar as tuas protecções. Um pouco atrás, dizias-me que esperavas por mim, não era? E eu não cheguei?
Eu: Sim, chegaste...
Tu: Então esquece, o que estava atrás de mim. Não esperes que ele faça o que tu não conseguiste, ok? É uma ciência da vida, uma consciência com a qual vais ter de viver, que por mais que queiras ir ao passado e alterar, mudar o que tu eras. O que tu eras, é o que tu eras. O que és, é porque eras diferente antes, e o que serás, seja o que for, seja o que quiseres que sejas, será o que tiver de ser, ok? Melancolia pode ser bom e mau ao mesmo tempo, mas tens de concentrar no de bom, naquilo que depois do buraco veio.
Eu: E o que veio? Não me lembro, tudo é vazio para mim...
Tu: Veio a luz. Veio a simplicidade, veio o que tu querias.
Eu: Ah... Referiste-te a ele como tu...
Tu: Eu sei.
Eu: Porque o fizeste?
Tu: Porque está na altura de o aceitares
adeuschegouahoraadeuschegouahoraadeuschegouahoraadeuschegouahoraadeuschegouahora
Adeus, chegou a hora
1
Não vou tomar os medicamentos não vou tomar os medicamentos não quero tomar os medicamentos não quero tomar os medicamentos não vou tomar os medicamentos
2
Adeus chegou a hora adeus chegou a hora adeus chegou a hora adeus chegou a hora adeus chegou a hora
3
Ultrapassaste o teu limite, ultrapassaste o que tinhas feito e deste um novo rumo. Congrats, destruíste o teu limite e arranjaste outro para o destruir. Nada mais importa, neste momento. TrÊs passos estão fetios, que venham os restantes. Eram umas 2h da manhã e estava feliz. Estava na serra. Estava a escalar. Não estava sozinho. Uma primeira. Uma primeira vez para tudo. Gostava que lá tivesses estado, mas realmente, o rumo da vida é bastante estranho. Demasiado estranho as vezes, sabes? Quase como se na realidade, nao passássemos do mesmo ponto, do mesmo loop. Julgo ter saído de fora dele. Podia jurar, quase como te jurei a paixão genuína e sincera, mas não o farei. Promessas não existem para serem cumpridas. Existem para uma pessoa mostrar que quer melhorar.
4
smashed myself to pieces
i am gonna fuck myself up
i'm sifting through the ashes
oh what i have become
i gave myself away now i'm nothing
i let it slip away now i'm nothing
all that i can do is break myself in two
i fucked it all away now i'm nothing
wave wave wave wave goodbye
wave wave wave wave goodbye
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Destruido para além de salvação
- Olá!!!!
-Oi oi
-Há tanto tempo, como estás?
-Tenho um pedaço do meu corpo despedaçado e trucidado. Encontro-me numa encruzilhada da minha vida, na qual por onde quer que saía vou sair com menos bocados de mim e mais bocados de outros. Estou bem, vivo. E tu?
- Também, também. Tanto tempo! Que tens feito?
- Tanta coisa. Estive no acesso mais intemporal de felicidade e arrancaram-me dele como uma mosca a ser afastada da merda. Subi por montanhas e nelas encontrei apenas a vontade ter ido mais além e de ter ficado longe delas.Encontrei uma vontade de continuar num sítio para no final, a perder, e me sentir perdido, eterna e completamente perdido, nesta pequena existência a que chamo e chamarei de triste vida. Nada de mais, trabalhar, escalar. E tu?
- Ai, tanta coisa (texto omitido por espaçamento mental do narrador)
- Ah boa boa. Enquanto te andaste por aí a divertir-te, eu andei a sofrer. A reprimir pequenos acessos de raiva que me deste, a tentar curar, arranjar, consertar o pequeno pedaço no qual tu me deixaste enfiado. Mas sabes que mais? Ainda bem. Ainda bem que me deixaste assim, broken bruised, forgotten sored. Deste-me a provar o trago amargo da dor de perder e talvez assim o que me veio depois de ti, não tenha doído tanto. Mas talvez me tenha doído um pouco mais. Estranhas, são as linhas pelas quais uma pessoa se escreve na vida, mas mais estranhas são as resultantes do que escreves.
- Temos de combinar um café, que tal?
-Para quê? Me relembrares das dores, das noites em claro a pensar no que se poderia ter feito, ou realizado, ou criado em uníssono? Para me tentares partir o coração de novo? Para me destruíres o pouco de calma e sanidade mental que eu consegui criar e tenho usado para me proteger daquilo que me tiraste e deste? Da inocência que me roubaste como alguém que desliga a ficha deum doente em coma? Que te fodas, puta. Claro! Diz-me alguma coisa quando quiseres.
- Combinado! Vá tenho de ir, beijinhos e bom trabalho!
- Broken bruised, forgotten sore, you didn't hurt, nothing can hurt hurt me, nothing can stop me now. Txau inês!
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Desassossego
Talvez tenha encontrado a casa. O sítio onde eternamente espero lá chegar e nunca acontecerá. Desapareceu uma rapariga e eu descobri-a onde ela se escondeu.
Eh.
Talvez não seja assim tão simples, tão chapa 3 como o dizem. "Lenta é a tua compreensão das coisas mais simples, e imediatas da tua vida, mas lentamente vais conseguir, estabelecer de novo o teu trajecto e re-encontrar o que tu perdeste. Compreendes, minha besta?"
Na. Na na ni na não. Aperta o cinto.
Daqui não sais, já cá estás. Não achas que dá trabalho? Eu acho. Que tal ficares por aqui mais uns tempos, deixares-te comer pelo teu passado e nunca conseguir evoluir, no sentido desprovido da Verdade. Que achas?
Consigo descortinar lá ao longe, bem lá no fundo, uma tonalidade de dor que já passou. Esperando, alcanças as coisas, comendo, deixas de as alcançar.
Fé em ti, mestre Gavião, Fé em ti
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Providência cautelar
Eventualmente.
Gosto desta palavra. Tem um som, ressonância que se aplica constantemente a minha vida. Sim claro, a eventualidade é uma constante da vida, regra geral, mas forçosamente, sou obrigado a voltar-me para aqui.
Tal como o porco-espinho acaba por dar voltas e mais voltas pelos buracos, eu acabarei sempre por chegar a este pequeno reduto do meu ser, no qual me deito no chão e me deixo ficar, prostrado, rendido às evidências da minha feliz infelicidade.
O que me faz escrever? Não sei. Talvez muita coisa, emoção que tenho vindo a guardar dentro de mim, seja o que me fez voltar aqui.
A mesma pessoa que me perguntou ao inicio por nós, perguntou hoje de novo. Gostaria de ter respondido o mesmo, mas tudo mudou. Algo, nestes últimos meses, mudou radicalmente, sinto-me zangado. Irritado. Genuinamente zangado. Sinto uma revolta dentro de mim. Saber o que poderia ter sido e o que não foi, ter de admitir que tenho receio do que te virá a acontecer nesta vida, compreender o real poder do karma, entender que a minha missão é real e tenho o triste facto de que neste momento és (mas podes não o ser) mais um falhanço total da minha parte, sentir que no fim de contas toda a gente se vai embora (everybody goes away in the end).
És tão parecida, mas tão com ela... Desde a infância, a desconfiança, a tatuagem... Algures na tua vida, assimilaste esta maneira de ser, e toda a gente que gosta de ti (família, colegas, amigos, eu) queremos que tu saias desse pequeno grande casulo que construíste e ultrapasses os teus problemas. Duvido que leias isto, sinceramente. Se calhar lerás, e te sintas irritada, mas verás que é verdade. Eu errei, tu erraste, nós erramos, nós aprendemos. Simples.
Tenho um pouco de ódio em mim por tua casa... Minto, já o tinha. Todo o ódio com o qual tenho vivido a minha vida mas tenho conseguido empurrar para o lado, tenho conseguido por em segundo plano. De repente, cá está ele de novo. Veio ao de cima. Tudo isto re-apareceu. Hoje estou triste. Amanhã estarei triste. O que me entristece mesmo, é saber que, na, isso já foi no passado marinho...
Foca-te minha besta estúpida.
Concentra-te e deixa. Todos temos o nosso caminho, por mais curvas ou buracos que ele tenha. É por aí que vamos ter de seguir, que vamos ter de continuar, e por mais que te esforces, quando cair tudo, o máximo que poderás dizer é, eu estava aqui... eu estou aqui.
Uma pausa para reflexão. Consigo perceber em parte o contexto em que me encontro, toda esta situação em que me encontro e encontrarei futuramente. Vejo-me numa casa. Via-me na tua, mas agora vejo-me na minha futura, a ter o meu pequeno e pulsante espaço. Vibrante, talvez. Vejo também várias coisas a acontecerem no meu futuro: perder-me de vez na escalada e sair de lá morto, perder-me de vez na música e esquecer-me quem sou, perder-me na minha cabeça e continuar em descente espiral, vejo a encontrar o meu caminho final, pensar talvez que as coisas venham a correr bem e consiga a felicidade que procuro, juntamente com tudo o resto. Se alguma vez desejei o bem a alguém, é a ti. A tua felicidade, se eu poder contribuir para ela, farei tudo o que estiver ao meu alcance.
Why, oh why, did the cat die.
My oh my, i have to strive forward.
Forward. Yes, forward.
Eventually, someday...
We will both be happy.
I will be happy
You will be happy
But right now, you have to sort out your entire life and decide to make the change. For you. For those who care about you. Heck, even for me
Sente a corda no pescoço
Longa e dura
Impossível é largá-la
Chegaste ao fim
Gosto desta palavra. Tem um som, ressonância que se aplica constantemente a minha vida. Sim claro, a eventualidade é uma constante da vida, regra geral, mas forçosamente, sou obrigado a voltar-me para aqui.
Tal como o porco-espinho acaba por dar voltas e mais voltas pelos buracos, eu acabarei sempre por chegar a este pequeno reduto do meu ser, no qual me deito no chão e me deixo ficar, prostrado, rendido às evidências da minha feliz infelicidade.
O que me faz escrever? Não sei. Talvez muita coisa, emoção que tenho vindo a guardar dentro de mim, seja o que me fez voltar aqui.
A mesma pessoa que me perguntou ao inicio por nós, perguntou hoje de novo. Gostaria de ter respondido o mesmo, mas tudo mudou. Algo, nestes últimos meses, mudou radicalmente, sinto-me zangado. Irritado. Genuinamente zangado. Sinto uma revolta dentro de mim. Saber o que poderia ter sido e o que não foi, ter de admitir que tenho receio do que te virá a acontecer nesta vida, compreender o real poder do karma, entender que a minha missão é real e tenho o triste facto de que neste momento és (mas podes não o ser) mais um falhanço total da minha parte, sentir que no fim de contas toda a gente se vai embora (everybody goes away in the end).
És tão parecida, mas tão com ela... Desde a infância, a desconfiança, a tatuagem... Algures na tua vida, assimilaste esta maneira de ser, e toda a gente que gosta de ti (família, colegas, amigos, eu) queremos que tu saias desse pequeno grande casulo que construíste e ultrapasses os teus problemas. Duvido que leias isto, sinceramente. Se calhar lerás, e te sintas irritada, mas verás que é verdade. Eu errei, tu erraste, nós erramos, nós aprendemos. Simples.
Tenho um pouco de ódio em mim por tua casa... Minto, já o tinha. Todo o ódio com o qual tenho vivido a minha vida mas tenho conseguido empurrar para o lado, tenho conseguido por em segundo plano. De repente, cá está ele de novo. Veio ao de cima. Tudo isto re-apareceu. Hoje estou triste. Amanhã estarei triste. O que me entristece mesmo, é saber que, na, isso já foi no passado marinho...
Foca-te minha besta estúpida.
Concentra-te e deixa. Todos temos o nosso caminho, por mais curvas ou buracos que ele tenha. É por aí que vamos ter de seguir, que vamos ter de continuar, e por mais que te esforces, quando cair tudo, o máximo que poderás dizer é, eu estava aqui... eu estou aqui.
Uma pausa para reflexão. Consigo perceber em parte o contexto em que me encontro, toda esta situação em que me encontro e encontrarei futuramente. Vejo-me numa casa. Via-me na tua, mas agora vejo-me na minha futura, a ter o meu pequeno e pulsante espaço. Vibrante, talvez. Vejo também várias coisas a acontecerem no meu futuro: perder-me de vez na escalada e sair de lá morto, perder-me de vez na música e esquecer-me quem sou, perder-me na minha cabeça e continuar em descente espiral, vejo a encontrar o meu caminho final, pensar talvez que as coisas venham a correr bem e consiga a felicidade que procuro, juntamente com tudo o resto. Se alguma vez desejei o bem a alguém, é a ti. A tua felicidade, se eu poder contribuir para ela, farei tudo o que estiver ao meu alcance.
Why, oh why, did the cat die.
My oh my, i have to strive forward.
Forward. Yes, forward.
Eventually, someday...
We will both be happy.
I will be happy
You will be happy
But right now, you have to sort out your entire life and decide to make the change. For you. For those who care about you. Heck, even for me
Sente a corda no pescoço
Longa e dura
Impossível é largá-la
Chegaste ao fim
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Are you hiding in the tree
Hoje é um dia daqueles. Tento escrever, não consigo. Sinto-me bloqueado. Sinto-me, preso, vazio. Descobri isto. E acabei por perceber a simplicidade da música. QUiçá da vida. Não, ainda estou longe de chegar aí, ainda tenho de penar um bom bocado mais, entrar em mais umas espirais. Mas não.
Deixa. Deixa estar, deixa andar, deixa-me lentamente morrer, e desaparecer no meu pequeno buraco, de onde vim, e para onde hei de regressar, eventualmente. Tento não ser negativista, mas eu alimento-me desta melancolia, a de que eventualmente tudo vai chegar a um fim, estrilhaçado, destruído, broken bruised, forgotten sore. Se não fossem os pregos de 22 centimetros, estaria muito pior, com eles tenho alguém que me "apoia". Screw it.
Fuck, Tinha tantos planos para dia 27... Se imaginasses... Se soubesses... Mas dificilmente o ás de saber... Talvez seja melhor assim. Ou não. Debato-me com uma mensagem. Debato-me com o facto de carregar no enviar. Escrita já está. Apetece-me pegar em mim e ir pra montanha, deixar-me deambular por lá, sem objectivo nenhum, apenas andar, aquilo que faço por desporto. Mas tenho receio que me faça pior.
Concentra-te. Amanhã é um novo dia, amanhã vai ser melhor. Amanhã vais morrer. De novo. E eventualmente renascerás. Logo se vê.
Ainda falta muito para tudo.
Que venha o amanhã.
Que venha o adeus.
Que venha o olá.
Que venha.
Venha.
O que for
Saudades
Tenho saudades. Saudades de um tempo em que as coisas eram simples e óbvias, nada de complicado.
Apenas uma pessoa a tentar fazer outra feliz, e não passava daí. Há dias em que me sinto terrivelmente perdido, sem o teu apoio aqui, sem uma chapada de amor, como se chamavam...
Quero a minha independência mas sinto-me perdido sem ti... Será assim um pecado tão grande não termos estado preparados um para o outro? Será um erro da minha parte, esperançar num futuro termos um futuro?
Foda-se, ás vezes pergunto-me o porquê. Porquê de eu não ter aprendido há já algum tempo. Martirizo-me, mas é porque sinto razões para tal. Podia ter feito mais. Mas sei que também podias ter feito mais. Senti-me mal por te ter magoado, e mostrado o meu lado mais estúpido, mas hey, uma relação é assim, é comhecer os bons e os maus lados de cada um. Sei que vou estar sempre aqui ao teu lado, para qualquer coisa que seja. Um dia mau e precises de desabafar, um mês sem dinheiro. É o que eu te prometo que farei (se morrer, retiro o que disse). A única coisa que te peço, é que não te enfies no teu buraco, que escavaste dentro de ti e te deixas ficar.. please.
On a brighter note, vou voltar a música. Sinto que é desta. Casa nova, música nova, escaladas novas...
Ser secretário de um grupo, isso sim, vai ser o meu maior desafio
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Pensamentos de Merda
Ora, sentado no meu trono, dou por mim a pensar
Quanto da minha vida tem sido um mero acaso ou jogo da virtude dos deuses
Virtude? Sim, pode-se chamar virtude. Apesar de tudo tenho conhecido Pessoas divinais, pessoas das quais me orgulho de dizer, ainda bem que te conheço, adoro-te, e quero a tua felicidade acima de qualquer coisa. Sim tu, que andas na tua chez.
Mas concomitantemente (ah, usei esta palavra num contexto), acredito que a minha essência foi restabelecida contigo, andei perdido muito tempo, até tu chegares e me mostrares isso. Estarei profundamente grato para contigo, e gostava do to poder pagar....
Não vai ser fácil.
Esta luz que teimava em me cegar de repente passou para as minhas costas e ilumina o caminho. Vá, um holofote, não sejamos demasiado panisgas que isso até chateia e dá comichão.
Tenho comichão no rabo. Soa estranho, mas tenho. E isso leva-me a considerar até que ponto as pulgas não passaram da cabeça para o rabo. Oh well.
Deixa-me pegar no papel e limpar. Tomorrow is another day.
A good one, I hope
Quanto da minha vida tem sido um mero acaso ou jogo da virtude dos deuses
Virtude? Sim, pode-se chamar virtude. Apesar de tudo tenho conhecido Pessoas divinais, pessoas das quais me orgulho de dizer, ainda bem que te conheço, adoro-te, e quero a tua felicidade acima de qualquer coisa. Sim tu, que andas na tua chez.
Mas concomitantemente (ah, usei esta palavra num contexto), acredito que a minha essência foi restabelecida contigo, andei perdido muito tempo, até tu chegares e me mostrares isso. Estarei profundamente grato para contigo, e gostava do to poder pagar....
Não vai ser fácil.
Esta luz que teimava em me cegar de repente passou para as minhas costas e ilumina o caminho. Vá, um holofote, não sejamos demasiado panisgas que isso até chateia e dá comichão.
Tenho comichão no rabo. Soa estranho, mas tenho. E isso leva-me a considerar até que ponto as pulgas não passaram da cabeça para o rabo. Oh well.
Deixa-me pegar no papel e limpar. Tomorrow is another day.
A good one, I hope
domingo, 14 de setembro de 2014
Análise de consequências 2
Julgo sentir algo dentro de mim a querer vir cá para fora. Em parte tinha saudades deste pequeno canto, no qual posso descarregar os meus pensamentos diários, e consigo perder-me, lentamente, na minha cabeça.The farther I fall I'm beside you
Poderia ficar um dia seguido por aqui, e acho que tinha mais do que coisas para escrever, desabafar, etc etc... Está perto. Bastante. Perigosamente e ao mesmo lindamente perto. Sei que o vou conseguir, carpe diem. Por estar, sinto-me seguro.
Apesar de internamente As lost as I get I will find you estar um pedaço de caco. E no meu coração estar a tua cara. Não tenho tido deja-vus. Pode significar algo? Eventualmente. Gostei de te ver. Foi um bom fim de dia para mim, neste fim de semana de morte, do qual saí com mais responsabilidades das que procurava e pedia, mas senti-me cheio, senti-me, honestamente, com vontade de fazer coisas, de ser produtivo e parar de me queixar. Vou ter um buracoThe deeper the wound I'm inside you para mim, não era o que mais queria? Era e é. Um sonho.
Ouvi ontem, pelas 4h da matina, a seguinte frase: "se tens um sonho, um objectivo, um desejo, então luta. Então manda isso para o Universo e ele trata de conspirar para que aconteça".
Eh.
Gostei.For ever and ever I'm a part of
Senti que faz sentido.
E faz. Lógica.
Gosto de me perder nos meus pensamentos. Gosto de ir escrevendo apenas o que me vem vindo e consigo sentir perfeitamente a honestidade a fluir das mãos, das letras, da língua e da boca.
Prometo falhar. Pegaste nele e estranhamente toda a gente anda a pegar nele. Sinto-me tentado em ler, mas tenho receio de onde me possa levar.
TEnho tanta coisa para te dizer ainda... Tanta... Tantos sorrisos que te quero dar, e tantas alegrias que gostava e te queria dar. Estou lentamente a curar-me. Mas estarás para sempre aqui. Ah...You keep looking but you can't find the words, now you're hiding in retreat
Poderia ficar um dia seguido por aqui, e acho que tinha mais do que coisas para escrever, desabafar, etc etc... Está perto. Bastante. Perigosamente e ao mesmo lindamente perto. Sei que o vou conseguir, carpe diem. Por estar, sinto-me seguro.
Apesar de internamente As lost as I get I will find you estar um pedaço de caco. E no meu coração estar a tua cara. Não tenho tido deja-vus. Pode significar algo? Eventualmente. Gostei de te ver. Foi um bom fim de dia para mim, neste fim de semana de morte, do qual saí com mais responsabilidades das que procurava e pedia, mas senti-me cheio, senti-me, honestamente, com vontade de fazer coisas, de ser produtivo e parar de me queixar. Vou ter um buracoThe deeper the wound I'm inside you para mim, não era o que mais queria? Era e é. Um sonho.
Ouvi ontem, pelas 4h da matina, a seguinte frase: "se tens um sonho, um objectivo, um desejo, então luta. Então manda isso para o Universo e ele trata de conspirar para que aconteça".
Eh.
Gostei.For ever and ever I'm a part of
Senti que faz sentido.
E faz. Lógica.
Gosto de me perder nos meus pensamentos. Gosto de ir escrevendo apenas o que me vem vindo e consigo sentir perfeitamente a honestidade a fluir das mãos, das letras, da língua e da boca.
Prometo falhar. Pegaste nele e estranhamente toda a gente anda a pegar nele. Sinto-me tentado em ler, mas tenho receio de onde me possa levar.
TEnho tanta coisa para te dizer ainda... Tanta... Tantos sorrisos que te quero dar, e tantas alegrias que gostava e te queria dar. Estou lentamente a curar-me. Mas estarás para sempre aqui. Ah...You keep looking but you can't find the words, now you're hiding in retreat
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Gavião
Cego surdo e mudo
Porque todas as coisas são assim
Infinitamente dolorosas e temíveis
Tudo fica bem, eventualmente
Tudo fica justo e honesto
Tudo fica...
Algo mais
Algo perdido dentro deste pequeno buraco preto perdido nesta imensidão
De vermelho, e de verde, e de azul...
A saída é pela frente, mas significa atravessar o corredor lotado.
Seja. Vamos á luta.
Mestre, vou lutar
Porque todas as coisas são assim
Infinitamente dolorosas e temíveis
Tudo fica bem, eventualmente
Tudo fica justo e honesto
Tudo fica...
Algo mais
Algo perdido dentro deste pequeno buraco preto perdido nesta imensidão
De vermelho, e de verde, e de azul...
A saída é pela frente, mas significa atravessar o corredor lotado.
Seja. Vamos á luta.
Mestre, vou lutar
sábado, 6 de setembro de 2014
Mesmo
Não há luz, apenas fogo.
Como uma linha ténue no horizonte descubro que no final do dia, existe algo mais. Algo que me ultrapassa
Deduzo que o fogo que me consome é uma sede de raiva insaciável, uma dor que me atormenta desde o dia 1, desde o dia que me lembro de estar numa piscina a ver uma mancha verde e roxa na televisão.
Forte e fraca é a dimensão desta vida.
Poderosa, não, desculpem... Apocalíptica. Sim.
Apocalíptica
Como uma linha ténue no horizonte descubro que no final do dia, existe algo mais. Algo que me ultrapassa
Deduzo que o fogo que me consome é uma sede de raiva insaciável, uma dor que me atormenta desde o dia 1, desde o dia que me lembro de estar numa piscina a ver uma mancha verde e roxa na televisão.
Forte e fraca é a dimensão desta vida.
Poderosa, não, desculpem... Apocalíptica. Sim.
Apocalíptica
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Timeline paralela com um resultado diferente
Dou por mim com a cabeça mais leve quando entro neste pequeno mundo, neste pequeno mundo meu, ao qual podes ter acesso.
Espantoso. Uma música consegue deixar-te alegre ou triste. Uma pequena mensagem consegue deixar-te esperançoso e desesperado ao mesmo tempo.
Porquê? Porquê? Porquê? Porquê? Porquê?
Podia ter-te ouvido mas não o fiz. Corrijo. Ouvi mas deixei em 2º plano por não estar habituado a ter opiniões construtivas sobre mim.
Desculpa-me.
Perdoa-me.
Ama-me.
Ama-me como se o amanhã não existisse e quisesses um último sopro, um derradeiro e honesto sopro de vida e amor. Protege-me desta dor que me assola, deste terror, deste tormento, desta tempestade Agostiana que teima em ficar e não ir-se embora. Descobre-me de novo, descobre que sou aquilo que vias, e que o mal que aconteceu, foi apenas e simplesmente um despertar para mim. Dizias que era o destino. Não foi na Serra, não foi no teatro, foi ali. Num esterco de sítio, encontrei a luz mais profunda que me salvou, que me deu asas para continuar em frente...............
Como estás? Tudo bem? You okay? You good? You love me? Shit, answer me please, i'm slowly losing myself in this spiral (trent i'm coming)
Ouço isto com um leve pesar de olhos, um leve pesar de ombros que se apoquenta da minha alma.... quero voltar atrás no tempo. Butterfly effect, lembras-te? Desaparecia, mas um outro meu podia evitar isto e morreria com um sorriso rasgado, saber que num universo estaríamos bem, e perfeitamente.
Xuki, ate já, estás quase, e gostava que as ultimas palavras que te dissesse fossem: Estamos juntos. Contém as lágrimas mário, tu és forte. É mais uma cadela, dizes tu a ti mesmo. Mas reflecte-se no meu estado de espírito. Reflecte-se em ti e em nós. Isto flui tão bem. É tão bom escrever. Tão saudável... Não, podes chorar. Eu deixo. Mereces. Ganhaste o direito. Não choraste durante estes anos todos, chora agora, com razão e coração fora, deita a alma cá para fora. Vá, não custa assim tanto pois não?
.......................................................... isto mata-me lentamente. O teu silêncio foi-me matando e eu decidi quebrar, decidi dizer não, vamos falar. Por favor, É tudo o que eu peço. Não te escondas no facto de ter errado e achares que não mudo. Eu mudo. Por mim. Por ti. Por nós. Give me a chance.
Lenta e determinadamente, sinto-te perto. Sinto-te a dançares com uma linha a prender o meu coração e a puxares a linha, como uma cana de pesca, lenta mas afincadamente. Quero-te tanto. Amo-te tanto. Como nunca. Como ninguém
Espantoso. Uma música consegue deixar-te alegre ou triste. Uma pequena mensagem consegue deixar-te esperançoso e desesperado ao mesmo tempo.
Porquê? Porquê? Porquê? Porquê? Porquê?
Podia ter-te ouvido mas não o fiz. Corrijo. Ouvi mas deixei em 2º plano por não estar habituado a ter opiniões construtivas sobre mim.
Desculpa-me.
Perdoa-me.
Ama-me.
Ama-me como se o amanhã não existisse e quisesses um último sopro, um derradeiro e honesto sopro de vida e amor. Protege-me desta dor que me assola, deste terror, deste tormento, desta tempestade Agostiana que teima em ficar e não ir-se embora. Descobre-me de novo, descobre que sou aquilo que vias, e que o mal que aconteceu, foi apenas e simplesmente um despertar para mim. Dizias que era o destino. Não foi na Serra, não foi no teatro, foi ali. Num esterco de sítio, encontrei a luz mais profunda que me salvou, que me deu asas para continuar em frente...............
Como estás? Tudo bem? You okay? You good? You love me? Shit, answer me please, i'm slowly losing myself in this spiral (trent i'm coming)
Ouço isto com um leve pesar de olhos, um leve pesar de ombros que se apoquenta da minha alma.... quero voltar atrás no tempo. Butterfly effect, lembras-te? Desaparecia, mas um outro meu podia evitar isto e morreria com um sorriso rasgado, saber que num universo estaríamos bem, e perfeitamente.
Xuki, ate já, estás quase, e gostava que as ultimas palavras que te dissesse fossem: Estamos juntos. Contém as lágrimas mário, tu és forte. É mais uma cadela, dizes tu a ti mesmo. Mas reflecte-se no meu estado de espírito. Reflecte-se em ti e em nós. Isto flui tão bem. É tão bom escrever. Tão saudável... Não, podes chorar. Eu deixo. Mereces. Ganhaste o direito. Não choraste durante estes anos todos, chora agora, com razão e coração fora, deita a alma cá para fora. Vá, não custa assim tanto pois não?
.......................................................... isto mata-me lentamente. O teu silêncio foi-me matando e eu decidi quebrar, decidi dizer não, vamos falar. Por favor, É tudo o que eu peço. Não te escondas no facto de ter errado e achares que não mudo. Eu mudo. Por mim. Por ti. Por nós. Give me a chance.
Lenta e determinadamente, sinto-te perto. Sinto-te a dançares com uma linha a prender o meu coração e a puxares a linha, como uma cana de pesca, lenta mas afincadamente. Quero-te tanto. Amo-te tanto. Como nunca. Como ninguém
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
A casa
Estás aqui. E diariamente sinto-te mais perto, mais constante. Roda-me e roda-me e roda-me de novo.
Entretém-me nesta roda viva e espalha a minha brasa ardente penetra-me
Divaga a minha onda e permanence sempre presente ausente descobre do que sou realmente feito cá por dentro e sente
destrói-me aquece-me Hoje dei por mim a olhar para ti e querer-te abraças com a força mais honesta. Sem força. Apenas ternamente. E olhar nos teus olhos e ver-me de volta. Estudar-te como quem tenta ver para além de ti, de nós, do agora, desta vida.
Hey
Entretém-me nesta roda viva e espalha a minha brasa ardente penetra-me
Divaga a minha onda e permanence sempre presente ausente descobre do que sou realmente feito cá por dentro e sente
destrói-me aquece-me Hoje dei por mim a olhar para ti e querer-te abraças com a força mais honesta. Sem força. Apenas ternamente. E olhar nos teus olhos e ver-me de volta. Estudar-te como quem tenta ver para além de ti, de nós, do agora, desta vida.
Hey
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
analise de consequências
Análise de consequências.
É importante pensar que todas as acções têm consequências, agora o quê em concreto, ultrapassa-me, deixa-me perdido em pensamentos pouco saudáveis, em conjecturas pouco ou nada complacentes da minha extraordinária vida. É também importante ter em conta, que por mais que algo tenha de ir em frente, damos por nós muitas vezes a bater com o nariz em nós mesmos, na nossa casmurrice interminável.
Posto isto, prossigamos. Sim, eu amo-a, para além de qualquer dúvida. Sim, eu errei em não conseguir prestar atenção ao que dizia, para além de qualquer dúvida. Sim, eu mudo, para além de qualquer dúvida.
Nunca tive na minha vida alguém como tu, alguém que infinitamente se preocupasse comigo e mostrasse o carinho que me mostraste, muito menos que gostasse de mim ao ponto de me querer ajudar a melhorar, a ser uma pessoa melhor.
O que nos leva neste momento a esta situação: estou lentamente a perder a minha cabeça. Mais cedo ou mais tarde sei que vou cair, sei que vou cair nos teus braços de novo e tu me vais ver com olhos novos, com olhos de quem vê e diz, ele afinal ouvia-me. Ele afinal sentia-me. Ele afinal mudou. Dou graça a minha mente não me estar a trair e ter sonhos terríveis, como já tive, estou bastante agradecido, senão já teria entrado num estado terrível. Mas por mais que eu me sinta mal, no fundo, magoei alguém. Sem o mínimo de intenção, se é que isso me serve de desculpa, mas sim. No fundo, a minha vontade de querer estar com alguém, de não a perder, virou-se contra mim. Serve-me bem, é a vida.
Mas eu amo-te. Não sei se alguma vez vais ler isto, pode ser que sim, um dia não tenhas nada para fazer e descobres este link de novo e leias isto. E escrevo isto por saber que talvez alguém veja isto, provavelmente não, quem conhece este pequeno canto que não sai da minha cabeça resumem-se a um par de pessoas, tu e umas 2 pessoas. Gostava que lesses isto. Gostava de estar aí, puder dar-te um abraço e assim ficar durante um bom bocado. Gostava de ir ao Peixoto contigo, e ver-te sorrir, como já te vi sorrir, com um CD na mão, um livro ao colo, um tito nas pernas a ronronar que nem um tractor, a comer uma pizza.
É a minha paga, a minha chaga, o meu castigo e mereço. É mesmo assim. E também sei, sei que me queres na tua vida, senão já mo tinhas dito. Sei que queres que eu te mostre o quão bom e melhor posso ser.
Acho que nunca estive assim tão "dentro" de alguém. Escrevo isto enquanto ouço músicas que foram rodando na minha vida, músicas que em tempos disse a mim mesmo que era o que queria. I'm crazy in love, yes i am.
Dou por mim a querer gritar. Entro no carro, ponho um CD e grito. Grito por tristeza, por estares aí, do outro lado do espelho, por estares longe e tão perto ao mesmo tempo. Tenho medo de dizer seja o que for, de estragar permanentemente o que temos/tivemos/teremos. Quero uma hipótese. Uma única, uma em que te vou deslumbrar, em que te vou mostrar o quão especial eu sou. Sempre que te dizia que parecia que te conhecia há anos, era verdade. E quando o dizias, também sentia a verdade no teu olhar. Sei que o tempo agora é essencial. Não te deixei respirar, não o fiz por mal, fiz porque no fundo eu não queria estar mais um segundo longe de ti, depois de todos estes 22 anos sem a tua presença, e não quero mais tempo assim, mas não soube controlar, não soube olhar. Fui egoísta, mas sabes que no fundo eu não sou assim. No fundo, sei que não chegámos ao fim. Apesar de no fim de cada dia, te sentir mais longe. Mas tem de ser assim, por agora. Tenho de estar aqui, longe de ti e sem te poder abraçar. Mas corrói-me as veias isto. Sinto uma dor apertada aqui dentro que lentamente me come o coração. Deixa-me desesperado.
Há dias e noites em que dou por mim a pensar e a desejar que algo aconteça, que um carro bata, que a escalar me falhe um pé, que a trabalhar me caía uma palete em cima. Mas depois lembro-me que não me adianta. Lembro-me que tenho-te a ti a espera e que tenho de estar em excelente forma para te dar tudo o que mereces e precisas. Tenho um aperto nos olhos.
Se leres isto, estás provavelmente a pensar, que maricas, que pussy. Talvez seja, mas apenas porque o que escrevo é verdadeiro. Esta loucura deixa-me doente, e com receio que se leres isto, te venhas a lembrar. Provavelmente vou apagar isto um dia. Talvez isto seja só para escrever e deitar cá para fora o meu turbilhão de cabeça. Flash. Não o percebi, mas tenho receio do que possa ser. Quero-te perguntar, mas tenho medo de saber a resposta. Ou a ausência dela, é o que me assusta mais.
Podia estar um dia inteiro aqui a frente que não parava. É maravilhoso o que a mente humana pode fazer, pode criar. Desfoco os olhos e deixo que apenas as mãos conduzam a mente, não sabendo bem o que me espera na mente, mas cada palavra vai saindo com naturalidade. Amo-te. Oh, se amo. Pudera eu conseguir explicar tudo o que sinto, toda a dor e paixão que neste momento sinto, todo o sentimento de culpa e de impotência.
Tantas resoluções que tinha para este ano, todas se resolveram, apenas uma está em standby. Nós. Tu. Quero poder carregar de novo no start e deixar as coisas correrem bem de novo, e sentir que iso foi apenas uma paragem brusca e que vai ser bom para nos. Please, deixa-me mostrar- Deixa-me provar que todas as coisas boas não foram acaso, não foram simples hipóteses, simples laivos de amor, mas sim acções sinceras.
Todas as vezes em que me deitava contigo a "velar" pelas tuas enxaquecas, nunca me senti tão útil na vida de alguém do que nesse momento, nunca me senti tão positivo, tão honesto, tão eu, alguém que se dá sem esperar de volta. Agora peço-et uma coisa, apenas uma, por favor, deixa-e abraçar-te. Dar-te-ei tudo o que consiga e o que não consiga. Vou dar-te o meu amor, por mais simples que seja, é o mais precioso que tenho em mim, é o mais honesto e derradeiro, vou-te mostrar que estou diferente.
Não te desligues.
Tento escrever isto sem abusar, sem dar o braço pela cerveja, pela monotonia da irracionalidade que me assola todas as noites não me deixando descansar os meus demonios. Sabes, nunca me senti tão a vontade. Tenho um arroz a queimar no fogão. Nunca me senti tão genuíno, nunca ninguém me viu os defeitos e disse, muda para o teu bem, para o nosso bem. Never. Ever, E eu agradeço-te por isso tudo.
Fica. Abraça-me.
É tudo o que eu peço. E tu vais ver. E vais gostar, e eu vou agradecer.
Amo-te
É importante pensar que todas as acções têm consequências, agora o quê em concreto, ultrapassa-me, deixa-me perdido em pensamentos pouco saudáveis, em conjecturas pouco ou nada complacentes da minha extraordinária vida. É também importante ter em conta, que por mais que algo tenha de ir em frente, damos por nós muitas vezes a bater com o nariz em nós mesmos, na nossa casmurrice interminável.
Posto isto, prossigamos. Sim, eu amo-a, para além de qualquer dúvida. Sim, eu errei em não conseguir prestar atenção ao que dizia, para além de qualquer dúvida. Sim, eu mudo, para além de qualquer dúvida.
Nunca tive na minha vida alguém como tu, alguém que infinitamente se preocupasse comigo e mostrasse o carinho que me mostraste, muito menos que gostasse de mim ao ponto de me querer ajudar a melhorar, a ser uma pessoa melhor.
O que nos leva neste momento a esta situação: estou lentamente a perder a minha cabeça. Mais cedo ou mais tarde sei que vou cair, sei que vou cair nos teus braços de novo e tu me vais ver com olhos novos, com olhos de quem vê e diz, ele afinal ouvia-me. Ele afinal sentia-me. Ele afinal mudou. Dou graça a minha mente não me estar a trair e ter sonhos terríveis, como já tive, estou bastante agradecido, senão já teria entrado num estado terrível. Mas por mais que eu me sinta mal, no fundo, magoei alguém. Sem o mínimo de intenção, se é que isso me serve de desculpa, mas sim. No fundo, a minha vontade de querer estar com alguém, de não a perder, virou-se contra mim. Serve-me bem, é a vida.
Mas eu amo-te. Não sei se alguma vez vais ler isto, pode ser que sim, um dia não tenhas nada para fazer e descobres este link de novo e leias isto. E escrevo isto por saber que talvez alguém veja isto, provavelmente não, quem conhece este pequeno canto que não sai da minha cabeça resumem-se a um par de pessoas, tu e umas 2 pessoas. Gostava que lesses isto. Gostava de estar aí, puder dar-te um abraço e assim ficar durante um bom bocado. Gostava de ir ao Peixoto contigo, e ver-te sorrir, como já te vi sorrir, com um CD na mão, um livro ao colo, um tito nas pernas a ronronar que nem um tractor, a comer uma pizza.
É a minha paga, a minha chaga, o meu castigo e mereço. É mesmo assim. E também sei, sei que me queres na tua vida, senão já mo tinhas dito. Sei que queres que eu te mostre o quão bom e melhor posso ser.
Acho que nunca estive assim tão "dentro" de alguém. Escrevo isto enquanto ouço músicas que foram rodando na minha vida, músicas que em tempos disse a mim mesmo que era o que queria. I'm crazy in love, yes i am.
Dou por mim a querer gritar. Entro no carro, ponho um CD e grito. Grito por tristeza, por estares aí, do outro lado do espelho, por estares longe e tão perto ao mesmo tempo. Tenho medo de dizer seja o que for, de estragar permanentemente o que temos/tivemos/teremos. Quero uma hipótese. Uma única, uma em que te vou deslumbrar, em que te vou mostrar o quão especial eu sou. Sempre que te dizia que parecia que te conhecia há anos, era verdade. E quando o dizias, também sentia a verdade no teu olhar. Sei que o tempo agora é essencial. Não te deixei respirar, não o fiz por mal, fiz porque no fundo eu não queria estar mais um segundo longe de ti, depois de todos estes 22 anos sem a tua presença, e não quero mais tempo assim, mas não soube controlar, não soube olhar. Fui egoísta, mas sabes que no fundo eu não sou assim. No fundo, sei que não chegámos ao fim. Apesar de no fim de cada dia, te sentir mais longe. Mas tem de ser assim, por agora. Tenho de estar aqui, longe de ti e sem te poder abraçar. Mas corrói-me as veias isto. Sinto uma dor apertada aqui dentro que lentamente me come o coração. Deixa-me desesperado.
Há dias e noites em que dou por mim a pensar e a desejar que algo aconteça, que um carro bata, que a escalar me falhe um pé, que a trabalhar me caía uma palete em cima. Mas depois lembro-me que não me adianta. Lembro-me que tenho-te a ti a espera e que tenho de estar em excelente forma para te dar tudo o que mereces e precisas. Tenho um aperto nos olhos.
Se leres isto, estás provavelmente a pensar, que maricas, que pussy. Talvez seja, mas apenas porque o que escrevo é verdadeiro. Esta loucura deixa-me doente, e com receio que se leres isto, te venhas a lembrar. Provavelmente vou apagar isto um dia. Talvez isto seja só para escrever e deitar cá para fora o meu turbilhão de cabeça. Flash. Não o percebi, mas tenho receio do que possa ser. Quero-te perguntar, mas tenho medo de saber a resposta. Ou a ausência dela, é o que me assusta mais.
Podia estar um dia inteiro aqui a frente que não parava. É maravilhoso o que a mente humana pode fazer, pode criar. Desfoco os olhos e deixo que apenas as mãos conduzam a mente, não sabendo bem o que me espera na mente, mas cada palavra vai saindo com naturalidade. Amo-te. Oh, se amo. Pudera eu conseguir explicar tudo o que sinto, toda a dor e paixão que neste momento sinto, todo o sentimento de culpa e de impotência.
Tantas resoluções que tinha para este ano, todas se resolveram, apenas uma está em standby. Nós. Tu. Quero poder carregar de novo no start e deixar as coisas correrem bem de novo, e sentir que iso foi apenas uma paragem brusca e que vai ser bom para nos. Please, deixa-me mostrar- Deixa-me provar que todas as coisas boas não foram acaso, não foram simples hipóteses, simples laivos de amor, mas sim acções sinceras.
Todas as vezes em que me deitava contigo a "velar" pelas tuas enxaquecas, nunca me senti tão útil na vida de alguém do que nesse momento, nunca me senti tão positivo, tão honesto, tão eu, alguém que se dá sem esperar de volta. Agora peço-et uma coisa, apenas uma, por favor, deixa-e abraçar-te. Dar-te-ei tudo o que consiga e o que não consiga. Vou dar-te o meu amor, por mais simples que seja, é o mais precioso que tenho em mim, é o mais honesto e derradeiro, vou-te mostrar que estou diferente.
Não te desligues.
Tento escrever isto sem abusar, sem dar o braço pela cerveja, pela monotonia da irracionalidade que me assola todas as noites não me deixando descansar os meus demonios. Sabes, nunca me senti tão a vontade. Tenho um arroz a queimar no fogão. Nunca me senti tão genuíno, nunca ninguém me viu os defeitos e disse, muda para o teu bem, para o nosso bem. Never. Ever, E eu agradeço-te por isso tudo.
Fica. Abraça-me.
É tudo o que eu peço. E tu vais ver. E vais gostar, e eu vou agradecer.
Amo-te
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