sábado, 6 de setembro de 2014

Mesmo

Não há luz, apenas fogo.
Como uma linha ténue no horizonte descubro que no final do dia, existe algo mais. Algo que me ultrapassa
Deduzo que o fogo que me consome é uma sede de raiva insaciável, uma dor que me atormenta desde o dia 1, desde o dia que me lembro de estar numa piscina a ver uma mancha verde e roxa na televisão.
Forte e fraca é a dimensão desta vida.
Poderosa, não, desculpem... Apocalíptica. Sim.
Apocalíptica

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