Dou por mim com a cabeça mais leve quando entro neste pequeno mundo, neste pequeno mundo meu, ao qual podes ter acesso.
Espantoso. Uma música consegue deixar-te alegre ou triste. Uma pequena mensagem consegue deixar-te esperançoso e desesperado ao mesmo tempo.
Porquê? Porquê? Porquê? Porquê? Porquê?
Podia ter-te ouvido mas não o fiz. Corrijo. Ouvi mas deixei em 2º plano por não estar habituado a ter opiniões construtivas sobre mim.
Desculpa-me.
Perdoa-me.
Ama-me.
Ama-me como se o amanhã não existisse e quisesses um último sopro, um derradeiro e honesto sopro de vida e amor. Protege-me desta dor que me assola, deste terror, deste tormento, desta tempestade Agostiana que teima em ficar e não ir-se embora. Descobre-me de novo, descobre que sou aquilo que vias, e que o mal que aconteceu, foi apenas e simplesmente um despertar para mim. Dizias que era o destino. Não foi na Serra, não foi no teatro, foi ali. Num esterco de sítio, encontrei a luz mais profunda que me salvou, que me deu asas para continuar em frente...............
Como estás? Tudo bem? You okay? You good? You love me? Shit, answer me please, i'm slowly losing myself in this spiral (trent i'm coming)
Ouço isto com um leve pesar de olhos, um leve pesar de ombros que se apoquenta da minha alma.... quero voltar atrás no tempo. Butterfly effect, lembras-te? Desaparecia, mas um outro meu podia evitar isto e morreria com um sorriso rasgado, saber que num universo estaríamos bem, e perfeitamente.
Xuki, ate já, estás quase, e gostava que as ultimas palavras que te dissesse fossem: Estamos juntos. Contém as lágrimas mário, tu és forte. É mais uma cadela, dizes tu a ti mesmo. Mas reflecte-se no meu estado de espírito. Reflecte-se em ti e em nós. Isto flui tão bem. É tão bom escrever. Tão saudável... Não, podes chorar. Eu deixo. Mereces. Ganhaste o direito. Não choraste durante estes anos todos, chora agora, com razão e coração fora, deita a alma cá para fora. Vá, não custa assim tanto pois não?
.......................................................... isto mata-me lentamente. O teu silêncio foi-me matando e eu decidi quebrar, decidi dizer não, vamos falar. Por favor, É tudo o que eu peço. Não te escondas no facto de ter errado e achares que não mudo. Eu mudo. Por mim. Por ti. Por nós. Give me a chance.
Lenta e determinadamente, sinto-te perto. Sinto-te a dançares com uma linha a prender o meu coração e a puxares a linha, como uma cana de pesca, lenta mas afincadamente. Quero-te tanto. Amo-te tanto. Como nunca. Como ninguém
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